Bem, como sou louco em pesquisar o comportamento humano, aí vai mais um espaço de pesquisa e estudo que venho elaborando...
ESTILOS, TRIBOS E RITMOS!
Olha só, basicamente é isto que irá encontrar caso for pelo dicionário:
Estilo. Natureza, espécie, modo, maneira. Uso, costume. Feição; maneira de dizer, escrever, pintar, esculpir.
Tribo. Cada uma das divisões dos povos, pessoas, famílias.
Ritmo. Movimento regular recorrente. Relação da intensidade entre as pulsações.
De vez em quando, estarei expondo principalmente as tribos urbanas
mais conhecidas que estão presentes no nosso dia-dia.
Não tem como você não saber identificar um punk quando vê um,
ou um nerd, um hippie, emo, regueiro, skatista
e vários outros estilos que aparecem nas rotinas diárias.
Tenho certeza que você vai se identificar com alguma tribo.
Talvez você se encaixe mais em ser um clubber, quem sabe um skinhead, talvez você seja um preppy, rivethead ou gótico.
Então, estas e várias outras tribos juntamente com seus estilos, ritmos,
características que estarei colocando aqui neste espaço.
Você é meu convidado a se identificar. Afinal de contas, precisamos de uma identidade ou pelo menos nos identificar com um estilo e criar nossa própria autenticidade.
Já ouviu falar deles? Ou melhor, já os encontrou por aí pela night?
Clubber, termo em inglês, atribuído a pessoas que freqüentam danceterias (os clubs em inglês), que foram comuns nos anos 90, ajudou a elevar o Techno ao mainstream, e a cultura noturna pelas grandes metrópoles.
Em meados da década de noventa, na Inglaterra nasceram os adeptos do movimento Clubber, que ao contrário do movimento Punk – que também crescia no mesmo período – não visavam lutar por um espaço na sociedade. O que os Clubbers queriam mesmo era pura diversão. O Clubber possibilitou a música eletrônica a ganhar status e ganhar mais adeptos, juntamente com as raves. Logo, vemos que o Clubber e a música eletrônica são totalmente ligados, e ambos cresceram juntos. Assim como os Cyber’s, os Clubbers são apaixonados pelas musicas eletrônicas denominadas Techno, Trance, Trip-Hop, House, Jungle, além de outras derivações.
É um movimento despadronizado, em que as pessoas usam o estilo de roupa que se sentirem mais a vontade. Se vestem de maneira extravagante e é possível reconhecer um pelas blusas coloridas, com personagens de desenhos japoneses, saias e calças coloridas, leggins, tênis coloridos
Em geral, os clubbers têm como ponto de encontro os clubes, boates, as Raves ou clubes de dança.
E como um clubber nato, de repente você pode me encontrar por aí...

Um punk nunca negará o seu principal princípio: “faça você mesmo”. Pode-se dizer também que o interesse pela aparência agressiva, a simplicidade, o sarcasmo niilista e a subversão da cultura, estão presentes em seus maiores princípios.
Atualmente, podemos identificar um punk pela forma de se vestir ou pela sua manifestação.
Originalmente o punk surge por volta de 1974 como uma manifestação cultural juvenil.
A primeira manifestação genuinamente punk, no entanto, o estilo punk rock, surge primeiro nos Estados Unidos com a banda The Ramones por volta de 1974 e é caracterizada por um revivalismo da cultura rock and roll.
O estilo punk pode ser reconhecido pela combinação de alguns elementos considerados típicos:
alfinetes, patches, lenços à mostra no bolso traseiro da calça, calças jeans rasgadas, calças pretas justas, jaquetas de couro com rebites e mensagens inscritas nas costas, coturnos, brincos, tênis converse, correntes, corte de cabelo moicano,(colorido ou espetado, etc) ou espetado por inteiro (dos lados, atrás e em cima) e em alguns casos lapis ou sombra no olho, sendo esta combinação aleatória ou de acordo com combinações comuns à certos sub-gêneros punk,
ou ainda o reconhecimento pode ser pelo uso de uma aparência que seja desleixada, "artesanalmente" adaptada e que carregue alguma sugestão ou similaridade com o punk sem necessariamente utilizar os itens tradicionais do estilo.
Como a maior parte dos movimentos populares, o movimento punk tem quase tantas nuances quanto o número de adeptos, mas em geral sustentam valores como anti-machismo, anti-homofobia, anti-fascismo, amor livre, antilideranças, liberdade individual, autodidatismo, iconoclastia, e cosmopolismo.







